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		<title>Os congestionamentos na cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Yokota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se compara os problemas de congestionamentos numa metrópole como São Paulo com outras de dimensões equivalentes no resto do mundo, constata-se que os daqui estão entre os mais graves. Algumas razões podem ser apontadas para estas deficiências, entre elas a falta de um plano diretor para esta capital. Não existe um razoável planejamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se compara os problemas de congestionamentos numa metrópole como São Paulo com outras de dimensões equivalentes no resto do mundo, constata-se que os daqui estão entre os mais graves. Algumas razões podem ser apontadas para estas deficiências, entre elas a falta de um plano diretor para esta capital.</p>
<div id="attachment_2731" class="wp-caption alignright" style="width: 137px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/yokota3.jpg"><img class="size-full wp-image-2731" title="yokota" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/yokota3.jpg" alt="" width="127" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Yokota, economista</p></div>
<p>Não existe um razoável planejamento de prazo longo, no qual as administrações públicas que vão se alternando periodicamente tenham uma ideia das grandes obras que devam ser executadas de forma razoavelmente coordenada. Na maioria das metrópoles deste porte, existe uma prioridade estabelecida para o transporte de massa, com um traçado a ser perseguido, tanto do sistema do metrô como das principais vias dos demais meios de transportes coletivos.<br />
O governo federal está anunciando tardiamente que estimulará a implantação destes meios de transporte coletivo, de forma coordenada com as autoridades locais, contando com a participação do setor privado em alguns casos. Os custos destes projetos no Brasil ainda são mais elevados que na maioria dos países estrangeiros, principalmente pela falta de uma regularidade contínua na sua construção.<br />
Se existe um processo na implantação destes projetos num volume constante, a indústria de material rodante pode se preparar para a sua produção com maior eficiência. As obras civis também podem ser mais simples aproveitando as construções que já existem, não se exigindo estações monumentais como as que estão sendo construídas.<br />
Em São Paulo, infelizmente, estão sendo feitas pequenas obras, que parecem simples maquiagens ou improvisações, não apresentando a funcionalidade exigida para os transportes de todos os tipos. A maioria dos automóveis está transportando somente o seu motorista e nestes casos não deve contar com prioridade para o trânsito preferencial. Hoje, já existem tecnologias para um controle eletrônico adequado para que os transportes coletivos arquem com menos tarifas que os individuais.</p>
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		<title>Favela do Paraíso poderá ser removida</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das maiores preocupações dos moradores e comerciantes do Paraíso pode estar perto de um desfecho feliz. Cerca de 300 invasores de um terreno na Avenida Bernardino de Campos, 358, foi intimada a deixar o local no prazo de 15 dias. Se os moradores da favela que se formou no local não saírem, poderão ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das maiores preocupações dos moradores e comerciantes do Paraíso pode estar perto de um desfecho feliz. Cerca de 300 invasores de um terreno na Avenida Bernardino de Campos, 358, foi intimada a deixar o local no prazo de 15 dias. Se os moradores da favela que se formou no local não saírem, poderão ser retirados à força por ordem judicial.</p>
<div id="attachment_2727" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_conseg_01.png"><img class="size-medium wp-image-2727" title="341_conseg_01" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_conseg_01-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Roseli  Nascimento, Adílson Alves, Jordana Rueda Amorim, Douglas Melhem Jr., capitão Flávio Baptista e representantes da Guarda Civil Metropolitana durante encontro</p></div>
<p>A ação de reintegração de posse foi requerida pela proprietária do terreno, Lolita Zurita Hannud. O juiz da 16ª Vara Cível César Augusto Vieira Macedo expediu o mandado de reintegração em dezembro do ano passado. Segundo o capitão Flávio Baptista, comandante da 2ª Companhia do 12º Batalhão da Polícia Militar Metropolitano (2ª Cia. do 12º BPM/M), um oficial de Justiça procurou a 2ª Cia. no dia 20 de dezembro com o mandado. Como o cumprimento da ordem judicial exige uma série de tratativas e envolve diversos órgãos públicos, ela não pôde ser cumprida até a primeira quinzena de janeiro.<br />
Na segunda quinzena de janeiro, o oficial voltou à 2ª Cia. para recolher o mandato, alegando que havia um dado incorreto. Depois, ele retornou com um aditivo com o endereço correto e pediu apoio da PM para citação individual de cada um dos moradores, o que foi cumprido na semana passada. Agora resta aguardar o prazo. Se os ocupantes não saírem, o juiz deverá expedir outro mandado para o cumprimento de reintegração de posse a ser realizada pela Polícia Militar.<br />
Segundo o capitão Flávio, aquela região é uma das mais policiadas de sua área de atuação. Mesmo com policiamento a pé e motorizado, não é possível garantir a segurança dos moradores e transeuntes. Na semana passada, foram presos dois moradores da favela tentando furtar um carro logo no início da Rua Tomás Carvalhal. Na semana retrasada, outro morador também havia sido preso. “Não fosse nossa ação concentrada no local, seria um caos. Mas não podemos fazer mais, por causa da demanda na região que atuamos”, justifica.<br />
Além do aumento de casos de furtos e assaltos, os invasores têm causado outros problemas para moradores e lojistas das proximidades. Eles acumulam lixo no interior do terreno e um morador relata vazamento de esgoto na via pública. O coronel Adílson Alves, assessor de gabinete da Subprefeitura da Vila Mariana, diz que por se tratar de um imóvel de particular não pode entrar e realizar uma vistoria. “Teríamos que intimar o proprietário e passados 30 dias poderíamos executar o serviço e cobrar. Mas como há este processo de reintegração de posse, vamos aguardar seu desfecho”, afirma.</p>
<p><strong>Conseg</strong><br />
Toda esta questão foi levantada na reunião do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Paraíso/Vila Mariana na terça-feira, dia 24 de abril. O encontro foi realizado no auditório da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e contou com diversa outras demandas.<br />
As rotatórias das ruas Joinvile e Tumiaru e Joinvile e Livramento foram alvos de reclamações. Segundo o próprio presidente do Conseg, Douglas Melhem Jr., os motoristas não respeitam e passam por cima da rotatória. A feira livre de terça-feira na Rua Joinvile também causa grande confusão no trânsito, congestionando metade da Rua Curitiba. A representante do CET Roseli Nascimento prometeu levar as demandas para avaliação da Gerência de Engenharia de Tráfego (GET) para que sejam realizados estudos para solucionar os problemas.<br />
Bares e estabelecimentos que não respeitam a Lei do Silêncio estão na mira dos moradores. Segundo eles, frequentadores de bares da Rua José Antônio Coelho, nas proximidades da Faculdade Belas Artes, fazem barulho insuportável até a madrugada, principalmente de sexta a domingo. Uma padaria no Paraíso, que funciona 24 horas, também foi alvo de grande reclamação. O problema é que os frequentadores ficam na calçada consumindo bebida alcoólica até às 5h da madrugada praticamente todos os dias. Neste caso, Melhem Jr. e o capitão Flávio ficaram de conversar com o proprietário para tentar minorar o problema.<br />
Furtos e assaltos na região também preocupam. Dois meninos, com idade variando entre oito e 10 anos de idade, vêm praticando assaltos nas proximidades do terminal de ônibus da Vila Mariana. Eles já foram apreendidos duas vezes neste mês pelos policiais da 2ª Cia, mas voltam em seguida às ruas.<br />
Uma adolescente participou da reunião, o que é uma raridade. Ela contou que foi assaltada três vezes quando ia de manhã para o colégio. Sempre reagiu e na última vez, foi agredida e levou vários chutes na barriga por marginais maiores de idade. Não registrou boletim de ocorrência porque não contou para os pais. “Muitos colegas também foram assaltados”, diz. O colégio fica na Rua Coronel Lisboa, na Vila Clementino, e os crimes acontecem nas imediações. A delegada do 36º DP, Jordana Rueda Amorim, disse que o local fica na jurisdição do 16º DP, mas que ela comunicaria o problema para o delegado-titular deste distrito. O capitão Flávio também se comprometeu a comunicar para o Batalhão da PM responsável pela área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nova diretoria<br />
O Conseg Paraíso/Vila Mariana deveria ter eleições para nova diretoria, mas apenas uma chapa se inscreveu. Com o nome “Consolidação”, ela é formada por Edson de Souza Sant’Ana (presidente), Douglas Melhem Jr. (vice-presidente), Alessandro Azzoni (primeiro-secretário), Carlos Ceneviva (segundo-secretário) e Nelson Cury (diretor de assuntos comunitários). Ela deverá ser eleita por aclamação.</p>
<p><strong>Campanha</strong></p>
<div id="attachment_2726" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/capa-340.png"><img class="size-thumbnail wp-image-2726" title="capa 340" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/capa-340-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Jornal Vidaqui</p></div>
<p>O<strong> Jornal Vidaqui</strong> vem promovendo a campanha “Paz e Amor no Meu Bairro”, com o objetivo de mostrar que a população unida pode colaborar com a diminuição da violência na região. Quem quiser aderir e divulgar, pode pedir os adesivos, para veículos e estabelecimentos comerciais, pelo site www.vidaqui.com.br, contato@vidaqui.com.br ou pelo telefone 5084-1994. A intenção é espalhar os adesivos pelo bairro para que os marginais saibam que os moradores estão unidos e cuidando uns dos outros.</p>
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		<title>O ‘corte’ de Dilma</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Delfim Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números gratificantes da recente pesquisa Datafolha apontando os altos níveis de aprovação popular do governo Dilma foram absorvidos com serenidade, sem maiores contestações inclusive pela oposição mais militante. Alguns intérpretes sempre atentos ao debate econômico comentaram que a firme cobrança que a presidente fez aos grandes bancos privados para baixarem as taxas de juro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2720" class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Delfim3.jpg"><img class="size-full wp-image-2720" title="Delfim" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Delfim3.jpg" alt="" width="138" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio Delfim Netto</p></div>
<p>Os números gratificantes da recente pesquisa Datafolha apontando os altos níveis de aprovação popular do governo Dilma foram absorvidos com serenidade, sem maiores contestações inclusive pela oposição mais militante. Alguns intérpretes sempre atentos ao debate econômico comentaram que a firme cobrança que a presidente fez aos grandes bancos privados para baixarem as taxas de juro, abrindo mão dos spreads que vinham praticando, deve ter sido um dos fatores que influíram no ânimo dos cidadãos e cidadãs ouvidos na pesquisa. É perfeitamente possível concordar que a condenação ao exagero das taxas de juro deve ter tido importância na colheita da aprovação do governo, na dimensão revelada na pesquisa. Estava realmente na hora de uma “freada de arrumação”, depois de duas décadas de convivência com spreads gigantescos e com a maior taxa de juro real do planeta.<br />
Dilma Rousseff também mostrou determinação ao condenar, na semana anterior, durante a VI Cúpula das Américas na Colômbia, as manobras de política monetária dos Estados Unidos e Europa para desvalorizar o dólar e o euro com o objetivo de acelerar as exportações, transferindo parte de seus ajustes para os ingênuos que acreditam na OMC. Durante a entrevista coletiva dos chefes de Estado, ao lado do presidente dos Estados Unidos, demonstrou singular senso de oportunidade ao dar um “corte” (durante transmissão na TV) no “comercial” que Obama fazia em favor da venda dos aviões da Boeing na América Latina. Ela ofereceu de bate-pronto, “no ar”, os caças Tucano da Embraer para a força aérea dos Estados Unidos.<br />
A cobertura de imprensa dos encontros em Cartagena foi bastante fraca e talvez se possa justificar pela ausência de discussão de temas realmente importantes. Pelo que se pode ver (ao vivo e a cores), o “corte” feito por Dilma na fala do presidente Obama, com ar suave e sem esconder um meio sorriso, talvez tenha sido o seu momento mais emocionante&#8230;</p>
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		<title>Casa promove encontro gratuito</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Casa Contemporânea promove neste sábado, dia 28 de abril, às 15h, um encontro gratuito com a artista Rafaela Jemmene. Ela falará sobre o trabalho “em um espaço diminuto”, que se refere ao período de vivência de aproximadamente um ano em um pequeno quarto vazio que era parte de uma grande casa situada na Rua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2717" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_casa_rafaela.png"><img class="size-medium wp-image-2717" title="341_casa_rafaela" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_casa_rafaela-199x300.png" alt="" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Rafaela Jemmene</p></div>
<p>A Casa Contemporânea promove neste sábado, dia 28 de abril, às 15h, um encontro gratuito com a artista Rafaela Jemmene. Ela falará sobre o trabalho “em um espaço diminuto”, que se refere ao período de vivência de aproximadamente um ano em um pequeno quarto vazio que era parte de uma grande casa situada na Rua Simpatia, na Vila Madalena.<br />
O quartinho foi um espaço de reflexão sobre alguns conceitos como espaço e lugar, tempo e sua passagem em um determinado espaço e o vazio. Partindo deste espaço e destes conceitos, a artista realizou diversos trabalhos e experimentações em múltiplas linguagens envolvendo fotografia, desenho digital e desenho de observação.<br />
Neste “Café Contemporâneo” será apresentado o processo dessa pesquisa de mestrado e os trabalhos e desdobramentos que dela surgiram. Para a discussão, Rafaela terá companhia do arquiteto e artista visual Marcelo Salles.<br />
Rafaela é artista visual, mestre em artes em Poéticas Visuais no Instituto de Artes da Unicamp e graduada em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Desde 2005, participa de exposições em salões de arte, galerias e espaços culturais. É membro do grupo de estudos e produção de arte contemporânea “issotudoégrupo”. É uma das organizadoras e criadoras da sobrelivros, que tem como proposta criar situações e ações visando exposição, acervo, itinerância e venda de arte impressa e múltiplos. A Casa Contemporânea fica na Rua Capitão Macedo, 370, Vila Mariana. Telefone 2337-3015.</p>
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		<title>Música faz bem desde bebê</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a gestação, a música faz parte da vida de todos os seres humanos. Assim, depois do nascimento, quanto mais cedo o bebê tiver contato direto com ela melhor será seu desenvolvimento intelectual e cognitivo. Segundo a musicoterapeuta, psicopedagoga, arteterapeuta e professora do Centro Musical Santa Cruz (Cemusc), Andreia Bagi, a musicalização infantil gera mudanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2714" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_musica.png"><img class="size-medium wp-image-2714" title="341_musica" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_musica-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Professora Andreia Bagi com alunas do curso de musicalização infantil</p></div>
<p>Desde a gestação, a música faz parte da vida de todos os seres humanos. Assim, depois do nascimento, quanto mais cedo o bebê tiver contato direto com ela melhor será seu desenvolvimento intelectual e cognitivo. Segundo a musicoterapeuta, psicopedagoga, arteterapeuta e professora do Centro Musical Santa Cruz (Cemusc), Andreia Bagi, a musicalização infantil gera mudanças significativas e positivas na formação da personalidade do indivíduo.<br />
Andreia ministra o curso para bebês desde seis meses de vida. Até os três anos de idade, eles são acompanhados por um adulto responsável, permitindo aumento do vínculo afetivo entre pais e filhos. Além disso, as aulas auxiliam no processo de construção do conhecimento, onde a criança aprende a ouvir, perceber, descobrir, imitar, explorar, criar, sentir e principalmente apreciar a música.<br />
Segundo a professora, nesta fase são estimulados o trabalho corporal, a vocalização, a exploração de instrumentos, a coordenação motora grossa e fina, a movimentação natural, sociabilização, a formação de repertório e a construção de conceitos de propriedades sonoras e musicais, entre outros benefícios. “Sempre respeitando o tempo de cada criança, apesar da ansiedade dos pais”, explica.<br />
A partir dos três anos, a criança passa a ter mais autonomia, pois os pais já não a acompanham na sala de aula. No entanto, seu papel ainda é importante, porque têm que dar continuidade em casa por meio de estímulos.<br />
A aula semanal – de 30 minutos se for individual ou 50 minutos em grupo – é ministrada através da prática de manipulação e exploração de diversos objetos que têm como característica a produção de ruídos. “São acompanhamentos de música instrumental de boa qualidade, canções que estimulam a linguagem falada e gestual, canções e danças para o estímulo de movimentos de marcha, saltos, palmas, brincadeiras de roda e audição de diferentes gêneros musicais. Tudo de maneira muito lúdica”, garante.<br />
A partir dos cinco ou seis anos, a criança normalmente opta por um instrumento específico, o que não significa que não o troque posteriormente. Nesta fase, as aulas passam a ser apenas individuais, mas é mantida a ludicidade. Para Andreia, o grande avanço é que as indústrias de instrumentos musicais passaram a produzir versões infantis com a mesma qualidade dos adultos.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">MUSICALIZAÇÃO INFANTIL</span></strong><br />
Segunda de manhã, quarta o dia todo e sábado de manhã. Centro Musical Santa Cruz Cemusc. Rua Afonso Celso, 1245, Saúde. Telefones 2275-5959 e 2578-1551.</p>
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		<title>Perda natural no idoso</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o avanço da idade, é natural o homem apresentar um processo de perda auditiva (presbiacusia). Embora seja mais comum entre idosos a partir de 60 e 65 anos, hoje a perda auditiva vem atingindo uma população mais jovem, com idade entre 40 e 45 anos. A explicação para este fenômeno, segundo as fonoaudiólogas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2711" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_audicao.png"><img class="size-medium wp-image-2711" title="341_audicao" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_audicao-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">As fonoaudiólogas do CRA Daniella Nakano e Thaís Rinaldi Pinto</p></div>
<p>Com o avanço da idade, é natural o homem apresentar um processo de perda auditiva (presbiacusia). Embora seja mais comum entre idosos a partir de 60 e 65 anos, hoje a perda auditiva vem atingindo uma população mais jovem, com idade entre 40 e 45 anos.<br />
A explicação para este fenômeno, segundo as fonoaudiólogas do Centro de Reabilitação Auditiva (CRA) Sandra Daniella Nakano e Thaís Rinaldi Pinto, é a poluição sonora das grandes metrópoles e ao hábito dos jovens em ouvir músicas em alto volume nas baladas ou nos fones de ouvido. “Apesar de a perda ser uma tendência natural com a idade, ela é agravada por fatores externos”, explica Thaís.<br />
Uma das maiores dificuldades é a pessoa reconhecer ou admitir a presbiacusia. “A tendência é ela passar para o interlocutor a culpa de ouvir e não entender a frase. Assim, cabe a familiares ou pessoas mais próximas a percepção da perda auditiva. Neste caso, deve aconselhá-la a procurar a ajuda de um profissional”, explica Daniella.<br />
Diagnosticada a presbiacusia, a solução mais adequada é o aparelho auditivo, que ajuda a prevenir uma evolução mais rápida da perda. “Com a perda auditiva, a pessoa terá que usar o aparelho a vida toda, mas com melhor qualidade”, afirma Daniella.<br />
Segundo a fonoaudióloga, a perda auditiva pode ter um efeito negativo profundo na qualidade de vida, pois pode levar à diminuição das relações sociais e ao isolamento. A consequência pode até ser uma depressão, pois o portador de deficiência auditiva pode ser rotulado de distraído e ranzinza já que não entende o que as outras pessoas dizem. As fonoaudiólogas aconselham um check up anual principalmente depois dos 60 anos de idade.<br />
Atualmente, existem inúmeras possibilidades de adaptação de próteses auditivas. Elas são feitas sob medida e programadas no consultório de acordo com a necessidade de cada caso. Além disso, existe um período de adaptação onde a pessoa testa o aparelho e com as experiências relatadas pode-se modificar a programação, potencializando o benefício com o uso da prótese.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">CENTRO DE REABILITAÇÃO AUDITIVA – CRA</span></strong><br />
Segunda a sexta, das 9 às 18h, e sábado, das 9 às 13h. Rua Tenente Gomes Ribeiro, 212, conjunto 32, Vila Clementino. Telefone 2528-2130.</p>
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		<title>Como distinguir gripe de resfriado</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O outono é caracterizado por queda na temperatura e pelo amarelar das folhas das árvores, que indicam a passagem de estações. Cada estação possui a sua atração. O friozinho estimula o apetite e desenvolve o desejo de aquecer o coração. Porém, o tempo seco e o aumento da poluição do ar nessa época do ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2707" class="wp-caption alignleft" style="width: 293px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_gripe.png"><img class="size-full wp-image-2707" title="341_gripe" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_gripe.png" alt="" width="283" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">Resfriado não vai além de dores leves, tosse, espirros e coriza</p></div>
<p>O outono é caracterizado por queda na temperatura e pelo amarelar das folhas das árvores, que indicam a passagem de estações. Cada estação possui a sua atração. O friozinho estimula o apetite e desenvolve o desejo de aquecer o coração. Porém, o tempo seco e o aumento da poluição do ar nessa época do ano fazem com que as doenças respiratórias se disseminem mais facilmente.<br />
Entre as doenças mais acometidas nessa época estão a gripe e o resfriado, que são infecções distintas, porém quase sempre confundidas, causadas por tipos de vírus diferentes. A gripe é causada pelo vírus influenza, enquanto o resfriado pode ser causado por vários tipos de vírus.<br />
Os sintomas iniciais são bem parecidos: nariz entupido, dores no corpo, entre outros sintomas. Mas a gripe ainda pode ser diferenciada. Além de produzir dores mais intensas, também gera náuseas, febre, congestionamento das vias respiratórias e comprometimento do sistema imunológico, podendo levar a problemas mais graves como a pneumonia. O resfriado não costuma ir além de dores leves, tosse, espirros e coriza. Muitas vezes, é confundido com crise de rinite alérgica.<br />
Não existe exame para diferenciar a gripe do resfriado, o que diferencia é o estado geral. O tratamento para ambas as infecções é o mesmo: repouso. A gripe e o resfriado são transmitidos pelo ar e contato. Medidas de higiene como lavagem das mãos, proteger o rosto ao espirrar ou tossir, evitar levar as mãos aos olhos, boca ou nariz, ajudam a reduzir os riscos de transmissão do vírus.<br />
Para prevenir a gripe, a forma mais eficaz é o uso da vacina influenza. O indivíduo estará imune a partir da segunda semana após a aplicação e tem efeito durante quatro meses aproximadamente. O vírus está constantemente em mutação e uma nova vacina é preparada periodicamente. Por isso, é necessário tomar a vacina anualmente. A população idosa é mais susceptível ao vírus da gripe, pois 90% das mortes causadas pelo vírus influenza acometem a população idosa.</p>
<p>Enfermeira Luciana Scheffel, da Auditoria Plasac Saúde. Telefone 5080-2479. www.plasac.com.br</p>
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		<title>Homenagem com vivência de ikebana</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>
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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia das Mães, a Ikebana Sanguetsu realizará nos dias 11 e 12 de maio uma vivência de Ikebana (arranjo floral). Ministrada na sede central da Fundação Mokiti Okada, a oficina ensinará aos participantes a montagem de um arranjo floral com técnicas da Ikebana Sanguetsu e também apresentará algumas orientações para a saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2704" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_ikebana_ver.png"><img class="size-medium wp-image-2704" title="341_ikebana_ver" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_ikebana_ver-199x300.png" alt="" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Arranjo floral no estilo Sanguetsu</p></div>
<p>Para celebrar o Dia das Mães, a Ikebana Sanguetsu realizará nos dias 11 e 12 de maio uma vivência de Ikebana (arranjo floral). Ministrada na sede central da Fundação Mokiti Okada, a oficina ensinará aos participantes a montagem de um arranjo floral com técnicas da Ikebana Sanguetsu e também apresentará algumas orientações para a saúde da mulher.<br />
O Setor de Alimentação Natural apresentará receitas ricas em cálcio  e o livro “Sabor das Estações II”. A atividade será realizada na sexta, das 15 às 19h30, e no sábado, das 10 às 14h, na Rua Morgado de Mateus, 77, Vila Mariana.<br />
Mais informações e inscrições pelo telefone 5087-5010 ou pelo e-mail vivencias@fmo.org.br.</p>
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		<title>A hora e a vez dos acessórios</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Os lenços, echarpes e pashiminas já caíram no gosto das brasileiras e voltam com tudo neste outono e no próximo inverno. Estes acessórios ganham espaço no guarda-roupa e são verdadeiros coringas para compor um look elegante, diz Claudia Harumi, da Argolla Moda. Além de aquecer, eles podem ser usados de diferentes formas e em diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2701" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3471_mulher.png"><img class="size-medium wp-image-2701" title="3471_mulher" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3471_mulher-300x251.png" alt="" width="300" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">opções de acessórios</p></div>
<p>Os lenços, echarpes e pashiminas já caíram no gosto das brasileiras e voltam com tudo neste outono e no próximo inverno. Estes acessórios ganham espaço no guarda-roupa e são verdadeiros coringas para compor um look elegante, diz Claudia Harumi, da Argolla Moda.<br />
Além de aquecer, eles podem ser usados de diferentes formas e em diversas ocasiões, como para trabalhar e sair à noite, pois há opções de modelos para todos os gostos. Em cores variadas, estampa, cortes e formas, complementam as peças básicas e de outras estações.<br />
Os lenços, em sua maioria, têm tamanho médio para se ajustarem ao pescoço. Já as echarpes são compridas para serem amarradas com efeitos, em laços ou nó fantasia.<br />
Estes adornos podem ser usados em várias partes do corpo como no pescoço, no ombro, colo, cabeça, cintura e até mesmo amarrados em bolsas, como é o caso do lenço. Podem também ser combinados com centenas de roupas como vestidos, camisetes, camisas, batas, camisetas básicas, casacos, jaquetas, sobretudo e ficam superbem com várias sobreposições. E o que é melhor, seus preços são extremamente acessíveis.</p>
<p><strong>Dicas de amarração</strong></p>
<p>São muitas as opções para amarrar lenços e echarpes. Aqui seguem algumas dicas:<br />
1. Dobre o lenço ao meio em formato de triângulo, coloque ele em volta do pescoço com o bico para frente e as pontas para trás. Volte com elas e amarre na frente.<br />
2. Dobre o lenço várias vezes para que fique uma faixa retangular. Coloque-o no pescoço com as pontas para trás e volte com elas na frente, deixando-as caídas e não apertando muito no pescoço.<br />
3. Coloque a echarpe no pescoço. Pegue uma ponta e dê um nó em volta da outra ponta, como se fosse um nó de gravata.<br />
4. Coloque a echarpe sobre o pescoço com as pontas para frente, dê um nó e deixe as pontas caídas ou enroladas na própria echarpe. Outra dica é fazer um laço bem grande e deixá-lo de lado no pescoço.</p>
<p>ARGOLLA MODA<br />
Rua das Rosas, 565, Bairro Mirandópolis. Telefone 2275-9005. www.argolla.com.br</p>
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		<title>Uma história de amor</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[edição 341 - 27/04 a 03/05]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensemos na comemoração que foi ao iniciar um novo século, o 20, e ninguém poderia imaginar as inúmeras conquistas que ele traria para toda a humanidade. Invenções, criações, descobertas, chegada à Lua, transplantes de coração e tantas outras que nem podemos enumerar. Claro, houve guerras sangrentas, infinitas mortes e o homem querendo sempre mais poder. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2698" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_1900-bonde.png"><img class="size-medium wp-image-2698" title="341_1900 bonde" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/04/341_1900-bonde-300x202.png" alt="" width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">foto bonde</p></div>
<p>Pensemos na comemoração que foi ao iniciar um novo século, o 20, e ninguém poderia imaginar as inúmeras conquistas que ele traria para toda a humanidade. Invenções, criações, descobertas, chegada à Lua, transplantes de coração e tantas outras que nem podemos enumerar. Claro, houve guerras sangrentas, infinitas mortes e o homem querendo sempre mais poder. A foto que mostramos é na estação de bondes na Vila Mariana, em 1.900.<br />
Naquele local, muitos encontros e despedidas e o curioso foi que ali uma jovem chamada Rose conheceu o seu grande e único amor. Ela indo para o colégio lá pelas bandas de Santa Cecília e ele, um rapazote chamado Marcos, ia também para o colégio, mas para os lados da Praça da Sé. Os dois se encontravam diariamente, mas o recato e a timidez impediam os dois de conversarem e os olhos, esses sim, se encontravam e quando isso acontecia o rubor tomava conta dos dois.<br />
Quando o bonde ia chegando, já se ouvia o barulho dos trilhos e o cobrador, com o dinheiro dobrado entre os dedos, esperava os passageiros subirem e tocava o sininho para o motorneiro seguir viagem. Dentro do vagão havia os comerciais pregados na madeira e a maioria dos passageiros já sabia de cor:</p>
<p><em>“Veja, ilustre passageiro </em><br />
<em>O belo tipo faceiro </em><br />
<em>Que o senhor tem ao seu lado.</em><br />
<em>E, no entanto, acredite.</em><br />
<em>Quase morreu de bronquite</em><br />
<em>Salvou-o o Rum Creosotado.” </em><br />
<em>Veja esse  outro anúncio:</em><br />
<em>“Esse nervoso irritante </em><br />
<em>Que não o larga um instante</em><br />
<em>Bem pode ser de sua vista</em><br />
<em>Por que a um oculista não corre </em><br />
<em>Da casa A Especialista?” </em></p>
<p>E não é que, certa vez, o Marcos entrou no bonde e começou a tossir, tossir até se engasgar, e a menina então não conseguiu se conter e deu uma sonora gargalhada. E olhando para o anúncio, disse: “Tome o Rum Creosotado, deve ser bronquite”.  Desse dia em diante, os dois iam sentados juntos. Depois de alguns anos, eles se casaram e tiveram um filho que se chamou Creosotado.</p>
<p><strong>Roseli Tadeu Nabarrete</strong>, moradora do bairro.</p>
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