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		<title>Artistas terminam primeira fase no muro da CPOS</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 01:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os artistas plásticos que participam da intervenção coletiva no muro da Companhia Paulista de Obras e Serviços (CPOS) no início da Avenida Ibirapuera já terminaram a primeira fase do trabalho. O projeto é uma extensão da mostra na Graphias Casa da Gravura, que será realizado em agosto deste ano. A intervenção começou em dezembro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os artistas plásticos que participam da intervenção coletiva no muro da Companhia Paulista de Obras e Serviços (CPOS) no início da Avenida Ibirapuera já terminaram a primeira fase do trabalho. O projeto é uma extensão da mostra na Graphias Casa da Gravura, que será realizado em agosto deste ano.</p>
<div id="attachment_2172" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_arte-no-muro.jpg"><img class="size-medium wp-image-2172" title="330_arte no muro" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_arte-no-muro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ozi, Sérgio Kon, Paulo PT, Hélio Schonman, Lúcia Neto, Celso Gitahy e Francisco Maringelli comemoram finalização da primeira etapa</p></div>
<p>A intervenção começou em dezembro do ano passado. É uma obra em processo contínuo por cinco anos, estruturada na interação da gravura, desenho, pintura e stencil. Ela faz parte do Projeto “Vi(Ver) o Local”, idealizado por Hélio Schonmann e coordenado por Lúcia Neto.<br />
Segundo Schonmann, estão previstas releituras periódicas do conjunto dentro do prazo de cinco anos, com a incorporação daquelas interferências que resultam da dinâmica natural da rua. “Buscamos, assim, estabelecer um diálogo de caráter orgânico entre arte e urbe”, garante. A reflexão que norteia esse trabalho é fruto da sequência de eventos promovidos pelo Coletivo Água Branca desde 2009 em espaços públicos paulistanos .<br />
Lúcia explica que o projeto foi premiado pelo Proac 2011 de Artes Visuais. Trata-se do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo que premiou 25 projetos na área de artes visuais. Schonmann destaca também a importante contribuição da Graphias no processo de autorização de cessão do muro pela CBPO.<br />
Assim, vencida a etapa burocrática, os artistas Altina Felício, Camilo Thomé, Celso Gitahy, Francisco Maringelli, Gilberto Tomé, Hélio Schonmann, Lúcia Neto, Ozéas Duarte (Ozi), Paulo PT Barreto, Pedro Tavares Maluf e Sérgio Kon, além de Schonmann e Lúcia,  puderam registrar ali suas manifestações.<br />
Para o professor e gravador Paulo PT, foi uma bela experiência poder imprimir sua arte em um espaço público. Ele, que optou pelo lambe-lambe para se expressar, conta que quando fazia a FAU (Faculdade de Arquitetura da USP) alguns colegas saíam para grafitar. “Sempre achei lindo a arte na rua, mas nunca havia participado efetivamente de intervenções como esta”, relata.<br />
Para Sérgio Kohn, levar o artista de ateliê para intervir no muro é uma arte vitalizadora, mais direta. “Minha primeira experiência foi no Parque da Água Branca, com o Hélio e a Lúcia, que têm mais vivência que eu neste tipo de trabalho. Tenho planos de continuar, pois é um desafio, porque as interferências do público faz parte do jogo”, explica.<br />
Quem já está habituado com a arte nas ruas é Ozi, que fez o caminho inverso. Primeiro ocupou os espaços públicos para adentrar as galerias. Com isso, lida com vários elementos e linguagens diferentes. Ele é adepto do “quanto mais gente, melhor, para criar diversidades”. Quando Ozi faz trabalhos para galeria, continua pensando de como a obra ficaria na rua. E vice-versa.</p>
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		<title>Reivindicações estão sendo atendidas</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do morador Rubens Martins reclamar e o Vidaqui publicar uma matéria sobre a quebra de duas passagens de concreto na Praça Estado da Palestina, no Paraíso, finalmente a Subprefeitura da Vila Mariana está arrumando o local. O calçamento havia sido quebrado no final do ano passado e até a publicação da reportagem na edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do morador Rubens Martins reclamar e o Vidaqui publicar uma matéria sobre a quebra de duas passagens de concreto na Praça Estado da Palestina, no Paraíso, finalmente a Subprefeitura da Vila Mariana está arrumando o local. O calçamento havia sido quebrado no final do ano passado e até a publicação da reportagem na edição de 27 de janeiro os entulhos estavam abandonados onde ficavam as passagens.<br />
Nesta semana, caçambas foram colocadas no local e os entulhos estão sendo recolhidos. Provisoriamente, foi espalhada areia nas duas passagens, para que os transeuntes possam utilizá-las com segurança.</p>
<div id="attachment_2169" class="wp-caption alignleft" style="width: 285px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_calcada.jpg"><img class="size-full wp-image-2169" title="330_calcada" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_calcada.jpg" alt="" width="275" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">O piso das calçadas que margeiam a praça está sendo trocado</p></div>
<p>Para surpresa dos frequentadores e moradores, a reforma vai além. Os pisos das calçadas que ladeiam a praça estão sendo trocados, agora com pavimentos de concretos intertravados, que propiciam maior permeabilidade e facilidade nas trocas em caso de quebra.<br />
Outra boa notícia é que uma equipe de manutenção da Subpfreitura estava trabalhando no local na quinta-feira. Os servidores faziam serviços de varrição e corte no gramado, além de recolhimento de folhas e galhos secos.</p>
<p>Chácara Klabin<br />
Os moradores da Rua Davi Humi estão respirando aliviados. Depois de quase três meses de transtorno com o asfalto quase intransitável, nesta semana foi feito o reparo na via. A reforma havia sido adiantada pelo engenheiro da Coordenadoria de Programas e Obras Samuel Alessi durante a reunião do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Paraíso/Vila Mariana na semana passada.<br />
Alessi havia garantido que as obras seriam realizadas em breve. Na ocasião, ele admitiu que o trabalho teria que ser feito pela Municipalidade, pois a rua não tem restrições para a circulação de caminhões.<br />
O conserto, na verdade, não ficou uma maravilha, pois o trânsito deve ter sido liberado antes da lama asfáltica secar. Com isso, algumas ondulações surgiram, mas, pelo menos, agora a via voltou a ser transitável. Até quando, não se sabe, pois os caminhões da construtora Norpal voltaram a circular no local. Para Alessi, o serviço mais pesado já foi feito e agora os danos serão menores.</p>
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		<title>Programa gratuito para crianças</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição 330]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[O SESC promove todos os anos um programa gratuito de educação não formal para crianças de sete a 12 anos. Ele é desenvolvido por educadores de diversas áreas e alcançou um grau de excelência que o faz ser disputado por muitos pais. Os educadores propõem e realizam atividades culturais e artísticas, vivências em educação ambiental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2163" class="wp-caption alignleft" style="width: 168px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_Curumim.jpg"><img class="size-full wp-image-2163" title="330_Curumim" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_Curumim.jpg" alt="" width="158" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças participam do Projeto Curumim desenvolvido pelo SESC Vila Mariana</p></div>
<p>O SESC promove todos os anos um programa gratuito de educação não formal para crianças de sete a 12 anos. Ele é desenvolvido por educadores de diversas áreas e alcançou um grau de excelência que o faz ser disputado por muitos pais.<br />
Os educadores propõem e realizam atividades culturais e artísticas, vivências em educação ambiental no meio urbano, expressão corporal, esportes, jogos e brincadeiras. Tudo para fortalecer a autonomia, a cooperação e o convívio com as diferenças de uma forma agradável e sem pressões.<br />
O SESC Vila Mariana vem desenvolvendo este programa desde 2002, com base pedagógica organizada pelo Núcleo da Imagem e da Palavra. Até o ano passado, já atendou 4.866 crianças.<br />
Cada grupo tem aulas duas vezes por semana e a criança pode escolher um dos quatro temas oferecidos: “Arte do Brincar”, “Movimento e Ação”, “Percussões” e “Jardim das Sensações”. Ao longo do tempo, também são feitas oficinas abordando diferentes linguagens envolvendo outros setores. Todos os projetos estão interligados e dialogam com a programação da unidade, como encontros com a odontologia, piscina, culinária, cinema, teatro e atividade externa.<br />
As novas inscrições podem ser feitas até o dia  29 de fevereiro. É imprescindível a presença dos pais ou responsáveis legais no ato da matrícula. Eles devem apresentar uma foto 3 x 4, cópia da certidão de nascimento ou do RG e cópia do comprovante de matrícula escolar da criança. A inscrição pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 20h e sábados, das 10 às 16h, no 7º andar &#8211; Torre A do SESC Vila Mariana, que fica na Rua Pelotas, 141, telefone 5080-3000.</p>
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		<title>Centro Cultural quer ser nome de estação</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro Cultural São Paulo lançou um abaixo-assinado pela inclusão de seu nome na estação de metrô, que passaria a se chamar “Estação Vergueiro &#8211; Centro Cultural São Paulo”. No próximo dia 13 de maio, a instituição completa 30 anos e, junto com a homenagem pela data comemorativa, a mudança reforçaria sua importância na história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2160" class="wp-caption alignleft" style="width: 246px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_Jardim-Suspenso.jpg"><img class="size-full wp-image-2160" title="330_Jardim Suspenso" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_Jardim-Suspenso.jpg" alt="" width="236" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Jardim Suspenso do Centro Cultural, que quer seu nome incluído na Estação Vergueiro</p></div>
<p>O Centro Cultural São Paulo lançou um abaixo-assinado pela inclusão de seu nome na estação de metrô, que passaria a se chamar “Estação Vergueiro &#8211; Centro Cultural São Paulo”. No próximo dia 13 de maio, a instituição completa 30 anos e, junto com a homenagem pela data comemorativa, a mudança reforçaria sua importância na história das políticas públicas de cultura e dos espaços de convívio da cidade.<br />
Uma das justificativas é de que muitas vezes o Centro Cultural é chamado por seus usuários mais frequentes de “Centro Cultural Vergueiro”. A relação não é sem razão. Além de ser uma das maneiras mais rápidas, baratas e eficientes de acessar o local e suas inúmeras atividades, a Estação Vergueiro está vinculada às características arquitetônicas do Centro Cultural São Paulo, de modo que a instituição parece uma espécie de extensão natural da estação.<br />
Outro argumento é que ambas as instituições possuem preocupação constante com as melhorias em relação à acessibilidade. E há muitas melhorias a serem implementadas.<br />
No Metrô, o serviço prestado rende elogios constantes dos usuários da Biblioteca Louis Braille, localizada no Centro Cultural São Paulo. No Centro Cultural São Paulo, os avanços já realizados e os que estão por vir no Programa Livre Acesso levam cada vez mais pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, que chegam até a instituição utilizando o metrô. Desse modo, o vínculo entre os dois serviços facilita a vida de quem já enfrenta muitas dificuldades.<br />
Em termos de mobilidade urbana, a localização de equipamentos de entretenimento e cultura próximos a estações do Metrô é estratégica para incentivar o uso de transporte público, o que contribui, também, com a preservação do meio ambiente. “Para isso, é necessário que o cidadão conheça estas possibilidades. Esta proposta é um modo eficiente e barato de fazer isso, conectando serviços públicos e acompanhando o curso dos 30 anos de história do Centro Cultural São Paulo”, diz o documento.<br />
Quem quiser participar da campanha, pode acessar o site www.centrocultural.sp.gov.br.</p>
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		<title>Responsabilidade fiscal</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Delfim Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 330]]></category>

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		<description><![CDATA[A economia de “mercado” não foi inventada. Há claras evidências que os “mercados” existem desde a velha Mesopotâmia (500 anos a.C.). Essa economia foi sendo “descoberta” pelos próprios homens na sua atividade prática de buscar instituições que lhe permitissem facilitar a sobrevivência material e a possibilidade de combiná-la com sua busca de liberdade de iniciativa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2157" class="wp-caption alignright" style="width: 148px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Delfim1.jpg"><img class="size-full wp-image-2157" title="Delfim" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Delfim1.jpg" alt="" width="138" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio Delfim Netto</p></div>
<p>A economia de “mercado” não foi inventada. Há claras evidências que os “mercados” existem desde a velha Mesopotâmia (500 anos a.C.). Essa economia foi sendo “descoberta” pelos próprios homens na sua atividade prática de buscar instituições que lhe permitissem facilitar a sobrevivência material e a possibilidade de combiná-la com sua busca de liberdade de iniciativa. Ela não é perfeita nem imortal.<br />
A ideia que os mercados têm a capacidade de autocorrigir-se e que os resultados da distribuição de seus benefícios são “justos” ou “merecidos” e que, portanto, dispensam a ação do Estado é absurda. Tão absurda quanto a ideia que os efeitos da crise financeira que estamos sofrendo se devem apenas a eles, sem nenhuma cumplicidade do Estado.<br />
A história nos ensinou e a experiência atual confirma, no entanto, que o Estado precisa ser fiscalmente responsável! A receita pública não pode ser, permanentemente, menor que a despesa pública, não importa a “qualidade” ou a “necessidade” do gasto. Se ele é imperioso e permanente, só há três formas de atendê-lo: 1º) aumentando a eficiência do governo; 2º) cortando despesa menos prioritária; ou, 3º) aumentando os impostos. É uma maldição aritmética desagradável que a relação Dívida Pública/PIB só pode ser estabilizada num nível cujo financiamento possa ser feito com uma taxa de juros real menor do que a taxa de crescimento real do PIB.<br />
A tragédia da Eurolândia revela que o jogo dialético (apoiado no sufrágio universal) entre o “mercado” e a “urna”, que tem produzido o processo civilizatório que tenta combinar a liberdade de iniciativa com o aumento da eficiência produtiva na construção de uma sociedade mais “justa”, não é uma linha reta: pode sofrer graves e custosos desvios. O fato fundamental é que ele não resiste à irresponsabilidade fiscal. É por isso que a presidente Dilma deve ser fortemente apoiada quando defende a solidez da política fiscal.  Ela nunca foi tão necessária como hoje, para proteger-nos da crise nas finanças mundiais que está longe de terminar.</p>
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		<title>Consciência ecológica</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Yokota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestes últimos dias, acirrou-se a discussão sobre o uso de sacolas plásticas, cuja degradação nos lixões demora muitas dezenas de anos, pois os plásticos recicláveis ainda são caros e escassos. É um caso simbólico, pois a consciência ecológica da população está aumentando, fazendo que todos procurem separar os lixos orgânicos dos materiais recicláveis. Papéis, metais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2153" class="wp-caption alignright" style="width: 137px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/yokota2.jpg"><img class="size-full wp-image-2153" title="yokota" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/yokota2.jpg" alt="" width="127" height="142" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Yokota, economista</p></div>
<p>Nestes últimos dias, acirrou-se a discussão sobre o uso de sacolas plásticas, cuja degradação nos lixões demora muitas dezenas de anos, pois os plásticos recicláveis ainda são caros e escassos. É um caso simbólico, pois a consciência ecológica da população está aumentando, fazendo que todos procurem separar os lixos orgânicos dos materiais recicláveis.<br />
Papéis, metais, plásticos e outros materiais já estão sendo reciclados em maior percentual para que o meio ambiente seja menos agredido pela ação humana. Como os lixos dos paulistanos ainda usam os chamados lixões que não são adequadamente tratados, a mistura das sacolas plásticas com os lixos orgânicos acaba exigindo mais locais para o seu depósito.<br />
Em muitos países, estes lixos são incinerados, evitando-se que os gases sejam lançados no ar mediante filtros adequados. Os resíduos são aproveitados como fertilizantes ou materiais para a pavimentação, por exemplo. Estas instalações, em alguns casos, são tão limpas e sem cheiros que parecem estabelecimentos hospitalares.<br />
Muitos lixões no exterior são aproveitados para a geração do gás metano, que é usado como combustíveis. Cuidados são tomados para que não se contaminem o subsolo. Estes cuidados acabam sendo remunerados pelos esforços ecológicos, com os chamados créditos de carbono.<br />
O mundo está se conscientizando que habitamos um planeta limitado, e temos que cuidar do meio ambiente para evitar o aquecimento global que pode aumentar os problemas climáticos. Isto já ocorre, mas ainda não existem provas científicas que são efeitos dos danos que causamos ao meio ambiente.<br />
De qualquer forma, aumentando o uso de sacolas reaproveitáveis estaremos dando a nossa contribuição para que o mundo continue habitável, não somente para nós, como para as gerações futuras.</p>
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		<title>Empresa atende a todos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição 330]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 5 de fevereiro, a RPM Group completou uma década de existência com bons motivos para comemorar. Afinal, as empresas que compõem o grupo &#8211; RPM Consulting, RPM Facilities e RPM Express &#8211; vão de vento em popa. Tudo começou quando o executivo Risto Petroff Monevits resolveu montar seu próprio negócio de consultoria há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2150" class="wp-caption alignright" style="width: 207px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_risto.jpg"><img class="size-full wp-image-2150" title="330_risto" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_risto.jpg" alt="" width="197" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Risto Petroff Monevits: descoberta de um novo nicho fez sua empresa de consultoria ampliar o leque de serviços</p></div>
<p>No dia 5 de fevereiro, a RPM Group completou uma década de existência com bons motivos para comemorar. Afinal, as empresas que compõem o grupo &#8211; RPM Consulting, RPM Facilities e RPM Express &#8211; vão de vento em popa.<br />
Tudo começou quando o executivo Risto Petroff Monevits resolveu montar seu próprio negócio de consultoria há 12 anos. Depois de 32 anos trabalhando em empresas nacionais e internacionais, ele resolveu dividir sua experiência nas áreas de consultor de planejamento estratégico e governança corporativa. Lançou o livro “Learning Organization” e foi à luta.<br />
Monevits começou dando consultoria de reengenharia de processos e palestras. A maioria de seus clientes era de prestação de serviços. Descobriu que empresas de grande e médio porte em terceirização de serviços não queriam clientes considerados pequenos, com menos de 10 funcionários. Foi, então, que resolveu montar a RPM Facilities para atender também este nicho. Hoje, o executivo continua prestando consultoria e ministrando palestras, menos para empresas de serviços, por uma questão de ética.<br />
A Facilities presta serviços terceirizados em condomínios, administradoras, indústrias, comércios, escolas, bancos, shoppings, supermercados, consultórios e escritórios. Ela possui infraestrutura flexível para se às mais diferentes necessidades, procurando se diferenciar no planejamento e na gestão de serviços especializados. “Procuramos oferecer a melhor composição de serviços e tecnologias para atender as demandas dos clientes. Com isso, oferecemos continuidade das soluções implementadas e minimizamos riscos e custos”, garante Monevits.<br />
Para isso, tem como estratégia um atendimento regionalizado para estar cada vez mais próximo do cliente. “Nosso grande diferencial é o planejamento, mas quando se trabalha com seres humanos sempre existem falhas. A questão é quanto tempo se leva para resolver o problema. É quando a agilidade faz a diferença”, explica.<br />
Dentro deste mesmo conceito, foi criada a RPM Express, uma empresa intermodal de entregas com segurança. “O mercado continua precisando unir rapidez, tecnologia e dinamismo nas entregas na coleta e retirada de documentos, ou mesmo com pacotes de pequeno porte”, afirma Monevits, que está ampliando o leque do grupo, montando a RPM Security e a RPM Parking, sempre com a filosofia de investir em processos, pessoas e estrutura operacional.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">RPM GROUP</span><br />
Avenida Moaci, 1105, conjunto 10, Moema. Telefone 4304-3000. www.rpmgroup.com.br</p>
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		<title>Ensino de inglês na prática</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vip Class oferece soluções práticas e eficientes para o aprendizado de um segundo idioma. Dirigida por estrangeiros e brasileiros, não segue o padrão vigente e não divide o estudo do idioma em níveis básico, intermediário e avançado. A proposta da escola é oferecer ao aluno as informações necessárias para ele entender a estrutura geral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2147" class="wp-caption alignright" style="width: 286px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_idiomas_hor.jpg"><img class="size-full wp-image-2147" title="330_idiomas_hor" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_idiomas_hor.jpg" alt="" width="276" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada da Vip Class, que ocupa um belo casarão  em uma área rica em escolas de qualidade</p></div>
<p>A Vip Class oferece soluções práticas e eficientes para o aprendizado de um segundo idioma. Dirigida por estrangeiros e brasileiros, não segue o padrão vigente e não divide o estudo do idioma em níveis básico, intermediário e avançado.<br />
A proposta da escola é oferecer ao aluno as informações necessárias para ele entender a estrutura geral do idioma. Isto requer apenas um direcionamento e sequência adequados, pois, segundo sua metodologia, o inglês é extremamente simples. “Fazemos com que o aluno entenda a dinâmica do idioma e possa utilizá-lo de forma autônoma, independente de livros ou estágios”, explica a coordenadora Sonia Cristina Rodrigues.<br />
A Vips Class trabalha com aulas individuais ou grupos de no máximo quatro pessoas, para que toda a turma possa tirar o máximo proveito de cada aula, evitando-se possíveis bloqueios. Além de priorizar a conversação, ela introduz o aprendizado da gramática de forma natural, pois valoriza o conhecimento dos conceitos estruturais da língua.<br />
Para colocar sua metodologia diferenciada em prática, a escola mantém em seu corpo docente apenas professores que têm o ensino de inglês como profissão e não somente como uma atividade temporária de remuneração. Ela entende que o fato de um brasileiro ter morado por vários anos em um país de língua inglesa não o qualifica como professor, tampouco o estrangeiro terá mais experiência por ser nativo da língua.<br />
A Vip Class tem ainda forte atuação em empresas e instituições financeiras, atendendo executivos e profissionais liberais em geral, cujo ambiente de trabalho requer o inglês de forma cotidiana. Neste caso, as aulas podem ser ministradas na escola ou na empresa. Além disso tudo, o aluno não perde aula paga em caso de ausências.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">VIP CLASS IDIOMAS</span><br />
Rua Madre Cabrini, 137, Vila Mariana. Telefone 5572-0098</p>
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		<title>Colégio completa 110 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 330]]></category>

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		<description><![CDATA[Fundado em 1902, o Colégio Marista Nossa Senhora da Glória teve, no momento de sua criação, a educação direcionada aos filhos dos imigrantes italianos que se instalaram no bairro. Com o passar dos anos, a região foi se modificando e o Colégio acompanhou todas as suas transformações, sempre presente na vida das famílias do Cambuci [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2144" class="wp-caption alignleft" style="width: 286px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_memoria.jpg"><img class="size-full wp-image-2144" title="330_memoria" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_memoria.jpg" alt="" width="276" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Vista aérea da escola, que completa 110 anos neste sábado</p></div>
<p>Fundado em 1902, o Colégio Marista Nossa Senhora da Glória teve, no momento de sua criação, a educação direcionada aos filhos dos imigrantes italianos que se instalaram no bairro. Com o passar dos anos, a região foi se modificando e o Colégio acompanhou todas as suas transformações, sempre presente na vida das famílias do Cambuci e da Vila Mariana.<br />
No próximo dia 11 de fevereiro, o Marista Glória comemora 110 anos de existência, reafirmando seu papel na comunidade. O Colégio tem uma área de 20 mil metros quadrados, o que é um privilégio nesta cidade, onde os espaços estão cada vez mais restritos. Lá, os alunos podem estudar, jogar, correr e brincar como antigamente.<br />
Na comemoração de seu aniversário, com direito a bolo e balões, os alunos amarrarão em cada um dos 110 balões seus desejos de um mundo melhor, mais fraterno. Além disso, pedirão que todas as crianças e jovens possam ter acesso ao ensino de qualidade como elas têm e que campanhas como a “Leia São Paulo”, que a escola organiza todos os anos para arrecadação de livros, possa se estender para toda a cidade.</p>
<p>Irmãos maristas<br />
O Colégio foi inaugurado no dia 11 de fevereiro de 1902, fundado pelos irmãos maristas Luís Anastácio, Erasmo, Eustáquio e Pierre Austremoine. Inicialmente, destinava-se aos filhos dos operários italianos das redondezas na formação primária. Funcionou como externato até 1954, na Rua dos Lavapés, e a partir de 1955, foi inaugurado o novo prédio na Rua Justo Azambuja, em terreno doado pelo doutor Isamel Dias, ampliando o atendimento para os demais cursos.<br />
A presença dos irmãos maristas difundiu-se nas unidades sociais atendendo crianças, adolescentes, jovens e famílias por meio de serviços, programas e projetos sistematizados. Sempre com a preocupação de contribuir com o fortalecimento dos vínculos, a participação, o exercício da cidadania, e a defesa dos Direitos da Infância e Juventude.<br />
A pedagogia marista orienta para a autodisciplina e busca desenvolver a solidariedade e a responsabilidade, elementos importantes na formação da pessoa e do cidadão. Pauta-se na filosofia que tem como base os valores éticos, buscando formar o “bom cristão, o virtuoso cidadão”, ideal do fundador São Marcelino Champagnat.</p>
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		<title>Instituto abre inscrições</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 00:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kazuhiro Kurita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Edição 330]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto de Arte Cerâmica (IACE) abre inscrições para novas turmas para os cursos de modelagem livre, torno elétrico e escultura figurativa e abstrata. As aulas são disponibilizadas em vários horários e dias da semana. O curso de modelagem livre leva o aluno a ter afinidade com a argila e ferramentas utilizadas. Com isso, ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2141" class="wp-caption alignright" style="width: 286px"><a href="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_ceramica.jpg"><img class="size-full wp-image-2141" title="330_ceramica" src="http://www.vidaqui.com.br/wp-content/uploads/2012/02/330_ceramica.jpg" alt="" width="276" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Aulas de modelagem livre de cerâmica para peças utilitárias ou esculturais</p></div>
<p>O Instituto de Arte Cerâmica (IACE) abre inscrições para novas turmas para os cursos de modelagem livre, torno elétrico e escultura figurativa e abstrata. As aulas são disponibilizadas em vários horários e dias da semana.<br />
O curso de modelagem livre leva o aluno a ter afinidade com a argila e ferramentas utilizadas. Com isso, ele aprende a modelar peças básicas e utilitárias ou até mesmo objetos esculturais.<br />
O torno elétrico é uma máquina com movimentos giratórios contínuos. Nela, o aluno aprenderá a utilizar o equipamento na construção das peças.<br />
Para quem quer ter plena liberdade para exercitar a criatividade, o curso de escultura figurativa e abstrata possibilita a elaboração de peças com maior riqueza de detalhes.<br />
As aulas de cada curso são ministradas uma vez por semana. Os horários, dias da semana e valores podem ser consultados no site www.fmo.org.br. Mais informações pelo 5573-8099 ou pelo e-mail iace@fmo.org.br.</p>
<p><span style="color: #3366ff;">INSTITUTO DE ARTE CERÂMICA (IACE)</span><br />
Rua Frei Eusébio da Soledade, 84, Vila Mariana.</p>
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